Proteínas Vegetais, PDCAAS e DIAAS: Desmistificando o Ganho de Massa no Veganismo (Perspectiva Bioquímica 2024)
Existe o mito de que plantas não constroem músculos. A ciência esportiva moderna comprova que a hipertrofia depende de atingir o balanço diário de aminoácidos e o limiar de leucina, independentemente da fonte.
Vantagem: Menor carga ácida e menor risco renal
Proteínas vegetais geram menor sobrecarga de filtração glomerular renal e menor produção de ureia e fosfato inorgânico que as carnes vermelhas.
Desvantagem: Menor densidade proteica por porção
Para obter 30g de proteína vegetal, consome-se maior volume de comida e carboidratos associados. A digestibilidade é cerca de 10% a 15% menor devido à matriz fibrosa intacta.
Parecer Clínico do Farmacêutico-Bioquímico
Veganos atletas ou idosos devem mirar em 1,4g a 1,8g de proteína por kg/dia, combinando leguminosas (ricas em lisina) com cereais (ricos em metionina) e utilizando isolados proteicos de ervilha e arroz quando necessário.
Consultoria Farmacêutica em Nutrição Vegetal — Cristiano Ricardo
Farmacêutico-Bioquímico · Farmacologia Clínica, Fitoquímica e Nutrição Baseada em Evidências · Publicação de 11/06/2024 às 01:22.
Conteúdo educativo baseado em dados científicos. A transição e a manutenção de uma alimentação vegana exigem planejamento bioquímico e monitoramento laboratorial periódico.







